sexta-feira, 31 de julho de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Inconstância de ser.


Este "post" devo-o ao meu amigo bloguista "O Bom Ladrão". Deixo-o como reflexão para cada um de nós... na música "Estou Além" de António Variações.


quarta-feira, 22 de julho de 2009

Pode "tocar" a todos...


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações. O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O quê? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pegado.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Postal dos Correios - Rio Grande.

Querida mãe... Querido Pai... Então que tal?

Nós vamos andando do jeito que Deus quer!...

Entre os dias que passam menos mal...

Lá vem um que nos dá mais que fazer...

terça-feira, 14 de julho de 2009

Impermanência.


Um famoso mestre espiritual aproximou-se do Portal principal do palácio do Rei. Nenhum dos guardas tentou pará-lo, constrangidos, enquanto ele entrou e dirigiu-se aonde o Rei em pessoa estava solenemente sentado, em seu trono.

"O que vós desejais?" perguntou o Monarca, imediatamente reconhecendo o visitante.

"Eu gostaria de um lugar para dormir aqui nesta hospedaria," replicou o professor.
"Mas aqui não é uma hospedaria, bom homem, "disse o Rei, divertido, "Este é o meu palácio." "Posso lhe perguntar a quem pertenceu este palácio antes de vós?" perguntou o mestre.

"Meu pai. Ele está morto."
"E a quem pertenceu antes dele?"

"Meu avô," disse o Rei já bastante intrigado, "Mas ele também está morto."

"Sendo este um lugar onde pessoas vivem por um curto espaço de tempo e então partem - vós me dizeis que tal lugar NÃO É uma hospedaria?"

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Não quero... Recuso-me!...



Ontem, à hora de almoço, vim desanuviar um pouco a “cuca”. Aproveitar a sombra das árvores e receber o fresco que corria na avenida.
É que isto das pessoas passarem “não sei quantas horas enfiadas” num gabinete é quase que angustiante... No mínimo. Para além do tempo que estamos em transportes resta-nos muito pouco tempo para “apreciarmos” a vida. E por isso tento aproveitar, aquilo que é possível, para “recarregar baterias”.
Mas qual não foi o meu espanto quando, à minha frente, passou um “executivo” (notava-se pela indumentária) em passo, mais ou menos, acelerado. Não... não foi ele ir em passo apressado (isso já é considerado “normal”) foi ele levar numa mão uma “caixinha de plástico” e na outra um garfo. Enquanto ia andando... ia comendo. Mas que raio de sociedade é esta que nos estão a “construir”?
A minha pena foi de não ter à mão uma máquina fotográfica para registar esse momento e vos mostrar...
Deixo-vos com duas outras vindas “directamente do Japão”... e dizer-vos que “NÃO QUERO!... RECUSO-ME!...”


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Chocolate quente


Um grupo de jovens, recentemente formados, todos bem sucedidos nas suas carreiras, decidiu fazer uma visita a um velho professor, agora reformado.
Durante a visita, a conversa dos jovens alongou-se em lamentos sobre o imenso stress que tinha tomado conta das suas vidas e do seu trabalho...
O professor ouviu com atenção, mas não fez qualquer comentário sobre o assunto; e convidou o grupo a tomar uma chávena de chocolate quente. Mostrando interesse na gentileza, o professor dirigiu-se à cozinha, de onde regressou uns minutos depois com uma grande chaleira e uma quantidade de chávenas, muito variadas – de fina porcelana e de rústico barro, de simples vidro e de cristal. Colocou os jovens à vontade, pasra que se servissem sem cerimónia. Quando já todos tinham uma chávena de chocolate qunte na mão, disse-lhes:
- Reparem como todos procurámos escolher as chávenas mais bonitas e mais raras, deixando ficar as mais vulgares e baratas... Embora seja normal que cada um pretenda para si o melhor, o mais atraente, talvez possa estar aqui a explicação dos vossos problemas e stress... A chávena por onde estais a beber não acrescenta nada à qualidade do chocolatequente. Na maioria dos casos é apenas uma chávena mais requintada e algumas nem deixam ver o que estais a beber. O essencial é o chocolate quente, não a chávena; mas fomos mais ou menos conscientemente, para as chávenas melhores...
Enquanto todos confirmaram, mais ou menos embaraçados, co a observação do professor, este continuou:
- Consideremos agora o seguinte: a vida é o chocolate quente; a casa, o carro, o dinheiro e a posição social são as chávenas. Estes são apenas meios para conter e servir a vida. A chávena que cada um de nós possui não define nem altera a qualidade da nossa vida. Por vezes, ao concentrarmo-nos apenas na chávena, acabamos por nrm apreciar o chocolate quente...
Apreciemos, pois, o nosso chocolate quente!...
Autor Desconhecido. (retirado da revista "Cruzada" de Julho/2009)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ainda a cultura dos indigenas da América.


Machu Picchu é o nome dado às ruínas da cidade dos Incas, situada entre dois cumes, localizada no Peru. O termo Machu Picchu significa "Velho Pico". Muitos estudiosos afirmam que esta cidade é a misteriosa Tampu Tocco revelada por Montesinos, um padre do século XVII. Segundo esse padre, muito antes dos Incas, a dinastia dos Amautas governava os Andes. Depois das invasões bárbaras, por volta do ano 800, o Rei Amauta foi morto; surge assim a figura de Manco Capac, ele então se apoderou de Cuzco, antiga capital dos Amautas e fundou o Império Inca. Muitos historiadores chegam a negar a existência de Manco Capac, afirmando este ser um mero herói lendário. É muito provável que Manco Capac não se trate apenas de um homem, mas sim de uma dinastia.
O Quipu era a única forma de escrita dessa civilização. O Quipu era formado por cordas coloridas desfiadas, tanto os nós quanto as cores eram sinais lingüísticos. A maioria desses cordões, foram destruídos pelos espanhóis, pois eles os tomaram como feitiçaria.
A dinastia dos Incas parece ter tido a sua origem cerca do ano 1200 da nossa era. Através dos espanhóis que os conquistaram, pudemos saber que os Incas eram governados por princípios antigos: o trabalho era obrigatório para todos, inclusive para o soberano. Eles desprezavam as riquezas; o ouro servia apenas a fins técnicos. Lá não havia dinheiro, devido a isso, os impostos eram pagos sob a forma de trabalho: Mit'a. O pão era gratuito para todos. Aos cinqüenta anos, todos podiam se aposentar, passando a ser mantidos pela comunidade, assim como os doentes. A legislação devia ser respeitada e a pena de morte era algo corrente.Conta-se que antes dos incas tudo era pobreza e desordem, por esse motivo, o Sol enviou um dos seus filhos e uma de suas filhas para ensinar os homens a cultivar os campos e a se organizarem. O chefe Inca era alvo de grande devoção e homenagem. Os incas, portanto, eram chefiados por um Inca considerado um deus. Acredita-se que Machu Picchu foi propositadamente abandonada e teve os seus caminhos bloqueados para impedir a aproximação dos espanhóis. Isso pode ser confirmado pelo facto de não ter sido encontrado nem ouro nem prata, nem qualquer outro objeto de valor, o que era muito comum naquela civilização. Além disso, o império inca contava com milhares de pessoas, incluindo soldados, por esse motivo, é impossível aceitar a hipótese dos incas terem sido derrotados por pouco mais de 200 espanhóis. Foram achados, portanto, apenas 164 esqueletos, muito pouco para uma civilização que deve ter sido composta por milhares de pessoas.Durante cinco séculos aproximadamente, Machu Picchu permaneceu escondida sob a vegetação peruana. A cidade só foi descoberta no dia 24 de agosto de 1911 pelo jovem arqueólogo e professor de História, chamado Hiram Bingham.Actualmente, Machu Picchu está aberta ao turismo. Uma das principais atracções do lugar é o Relógio do Sol feito de pedras, localizado no ponto mais alto da cidade. Há também a Tumba Real, onde o arqueólogo Hiram Bingham encontrou algumas múmias.

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=25650.0

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Tatanka


Um testemunho menos conhecido, mas não menos belo, foi deixado a nós pelo chefe Urso-em-pé, dos Lakota. Ele disse, lembrando de tempos anteriores:
“Os velhos Lakota amavam o solo e sentavam-se ou reclinavam-se no chão com o sentimento de estarem próximos de um poder maternal. Era bom para a pele tocar a terra, e os velhos gostavam de se descalçar e andar com os pés nus sobre a terra sagrada. As tendas eram erguidas sobre a terra, e os altares feitos de terra. O solo era tranquilizante, revigorador, purificador e medicinal. Por isso é que os velhos índios ainda se sentam diretamente na terra, fonte de suas forças vitais. Para eles, sentar-se ou deitar-se no chão permite pensar com mais profundidade e sentir com mais clareza; podem penetrar nos mistérios da vida e descobrir seu parentesco com outras formas de vida ao redor. (...) Os velhos Lakota eram sábios. Sabiam que o coração do homem distante da natureza se torna duro; sabiam que a falta de respeito pelas coisas vivas leva imediatamente à falta de respeito pelos humanos”.