terça-feira, 31 de julho de 2012

Pôr-do-sol.


Porquê gostamos tanto do pôr-do-sol? Porque ele nos leva para além da dimensão física. Sentimos que o tempo pára, e entendemos o que significa a eternidade. Ele acorda a nossa espiritualidade adormecida. Quando tiver uma oportunidade, sente-se em frente do pôr-do-sol e relaxe. Não analise. Observe apenas e deixe que surjam sentimentos profundos de paz.
Brahma Kumaris

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sabedoria


"Conhecer os outros é inteligência, conhecer a si próprio é verdadeira sabedoria. Controlar os outros é força, controlar-se a si próprio é verdadeiro poder".

(Lao Tsé)

domingo, 22 de julho de 2012

O Silêncio.


O silêncio dá descanso à mente, o que significa dar descanso ao corpo também. Às vezes, o descanso é o único remédio necessário.
Brahma Kumaris

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O Rio da Vida.


Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.
Em certo ponto de seu percurso, notou que a sua frente havia um pântano imundo, por onde deveria passar. Olhou, então, para Deus e protestou:
- Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso e o Senhor me obriga a atravessar um pântano sujo como esse!
Deus respondeu:
- Isso depende da sua maneira de encarar o pântano. Se ficar com medo, você vai diminuir o ritmo de seu curso, dará voltas e, inevitavelmente, acabará misturando suas águas com as do pântano, o que o tornará igual a ele. Mas, se você o enfrentar com velocidade, com força, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformará em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas nuvens em direção ao oceano. Aí você se transformará em mar…

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Ler nas "entrelinhas" da vida...


Para viver bem, é necessário ter a fé de que as situações difíceis não duram eternamente e que o amanhã é um novo dia, com novas possibilidades.

Brahma Kumaris

terça-feira, 3 de julho de 2012

PENEIRA CHEIA DE ÁGUA.


Cinco discípulos viajaram por muitos dias para receberem os ensinamentos de um Mestre a respeito de vida.
- A Vida é uma peneira cheia de água.
Ouviram o Mestre mansamente dizer já no seu primeiro encontro. Muito confusos e até decepcionados com esse ensinamento, arriscaram uma pergunta:
- E o que deveremos fazer para vivermos intensamente e sem restrições?
- Ora, é muito simples: encham as suas peneiras de água, respondeu-lhes o Mestre em tom categórico. Dois deles, visivelmente insatisfeitos com o Mestre, decidiram partir imediatamente, lamentando terem vindo de tão longe para ouvirem tamanha baboseira.
Outros dois também regressaram logo, convictos de que havia um significado oculto nas palavras do Mestre, que eles deveriam descobrir através de um pormenorizado estudo dos Textos Sagrados.
Apenas um deles resolveu por em prática o ensinamento do Mestre.
Apanhou, pois, uma peneira e foi para a beira do rio, onde, pacientemente, hora após hora, dia após dia, tentou de todas as maneiras enchê-la de água, como o mestre havia recomendado. Reconhecendo o esforço e a humildade do discípulo, o Mestre aproximou-se dele e tomando a peneira da sua mão, disse:
- Apanhando um pouquinho de água de cada vez e despejando dentro da peneira, você nunca conseguirá enchê-la de água.
E num gesto rápido, lançou a peneira na correnteza do rio. Ao ver sua peneira encher-se de água sem parar, num caudaloso, regular, intenso, infinito e contínuo movimento, constatou que para viver a vida intensamente é preciso que se entregue à ela, por inteiro.
É necessário render-se ao aqui e agora, sem os conflitos de certo e errado, bom e mau, ou seja lá do que for. Inútil tentar fugir ou buscar significados ocultos para os fatos da vida. Só mergulhando nela poderemos saber o que a vida é e desfrutá-la integralmente, sem julgamentos de qualquer espécie. Por desatenção ao presente, o que se percebe da vida e consequentemente dela recebemos são apenas migalhas, gotículas insignificantes que passam sem deixar seqüelas, lances esparsos e não raro confusos do que está ocorrendo dentro e fora de nós.
Enquanto isso, a vida não pára de viver, conosco ausentes ou presentes. Daí brota a incômoda sensação de que algo está sempre nos faltando, de que a nossa peneira continua vazia, a despeito de todos os nossos humildes, resignados e constantes esforços.