terça-feira, 26 de março de 2013

Diógenes.


Estava o filósofo Diógenes comendo lentilhas quando viu o filósofo Aristipo, que vivia, confortavelmente, com base em lisonjear o rei.
E Aristipo disse-lhe:
“Se aprendesses a ser submisso ao rei, não terias que comer esse lixo de lentilhas".
Ao que Diógenes replicou:
“Se tivesses aprendido a comer lentilhas, não terias que bajular o rei".


quinta-feira, 21 de março de 2013

Existe sempre...



Há um ditado tradicional que diz: para cada pessoa forte, existe sempre uma outra mais forte; para cada pico de montanha alto, existe sempre um ainda mais alto.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Empréstimo.



Quando alguém nos empresta algo – seja uma casa de férias, um carro para fazer mudanças, um casaco para nos agasalhar numa noite inesperadamente fria – normalmente tomamos especial cuidado, damos especial atenção para que, quando devolvermos aquilo que nos foi emprestado, tenha sofrido o mínimo de danos possível.
O corpo que temos – diferente para cada um de nós – é onde a nossa mente existe, o nosso espírito se manifesta e a nossa alma encontra espaço para morar. Tudo isto em conjunto faz de nós aquilo que verdadeiramente somos. Nada mais a tirar nem a acrescentar.
Aquilo que o corpo é, é também aquilo que é a mente que o habita ou a alma que o anima. Todos se influenciam mutuamente. Então, porque não cuidar do corpo para que a mente possa brilhar e o espírito aceder a um conhecimento cada vez mais sábio.
Não é difícil. Basta que cuidemos dele como algo que nos foi emprestado. Este corpo aparece no momento em que nascemos e terá uma duração limitada que pode ser mais ou menos longa. Tal como num empréstimo, nunca nos vai verdadeiramente pertencer, há-de chegar o dia em que o teremos de devolver. O que acontece à mente não cabe a mim definir porque isso depende daquilo em que cada um de nós acredita. Mas o corpo esse, tenho a certeza de que se o tratarmos como algo que nos foi emprestado:
- Com atenção
- Com carinho
- Com cuidado
- Com respeito
- Com gratidão
Tornaremos este momento em que o empréstimo dura um momento muito mais enriquecedor. Com a certeza de que estamos também a tratar daquela nossa parte menos clara, menos compreensível, mais “desobediente”: – a mente.
Num corpo que é tratado com o mesmo respeito que tratamos algo que não nos pertence, a mente floresce, a alma cresce e a meditação simplifica-se.
(Silvia Romão - http://devagar.org/chegar/?p=106)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Como e quando...




A maneira "como" e "quando" dizemos alguma coisa pode, na realidade, ser tão importante, se não mais, do que aquilo que se diz.

Brahma Kumaris